GrupoSafety Segurança e Protecção Contra Incêndios


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Os sistemas de extinção automáticas de incêndios são bastante complexos e destinam-se a ser utilizados em locais cuja utilização da água provocará danos irreversíveis.




Por ser um sistema complexo e estar armazenado sob pressão, deverá ser inspecionado a fundo por pessoal competente e autorizado e sob a direção de uma entidade registada e autorizada pela ANEPC para o efeito.


A finalidade de uma inspeção periódica é a de assegurar que o sistema se encontre, em qualquer momento em perfeitas condições de funcionamento, identificado problemas devidos ao desgaste, danos acidentais, manipulação não autorizada, alterações das configurações dos locais a proteger, eventuais aberturas criadas nestes locais não previstas no projeto inicial e em geral a identificar toda e qualquer situação que afete negativamente o rendimento do sistema de proteção contra incêndios.


Deve ser implementada uma rotina de inspeção e assistência técnica em conformidade com a Nota Técnica 17 da ANEPC. Esta rotina destina-se a assegurar o funcionamento correto e contínuo do sistema em condições normais. 

O GrupoSAFETY, além de ser uma entidade registada e autorizada pela ANEPC dispõe de um leque de técnicos formados para a realização manutenções nestes sistemas, sejam estas de âmbito preventivo ou corretivo. 














O objectivo dos SAEI-Água, dotados de difusores (sprinklers) fechados (isto é, com um elemento térmico),  é a circunscrição e, eventual extinção de um incêndio, que após a atuação do sensor de temperatura descarregam a água existente no sistema.





Os locais dotados de SAEI, com cobertura parcial ou total, de qualquer tipo, em caso de alarme devem originar uma informação integrada ou associada no SADI.


Deve ser implementada uma rotina de inspeção e assistência técnica. Esta rotina destina-se a assegurar o funcionamento correcto e continuado do sistema em condições normais. Qualquer anomalia observada deve ser registada no livro de registo de ocorrências e a acção correctiva deve ser tomada tão cedo quanto possível.

O Grupo Safety dispõe de técnicos certificados pela Norma NFPA 17 que realizam diariamente diversas ações de manutenção preventiva e corretiva em algumas das maiores empresas nacionais. Além disso, todas as ações são realizadas em conformidade com a Nota Técnica 16 da Autoridade Nacional de Proteção Civil.


Um sistema automático de deteção de incêndios (SADI) é uma instalação técnica capaz de registar um princípio de incêndio, sem a intervenção humana, transmitir as informações correspondentes a uma central de sinalização e comando (CDI – central de deteção de incêndios), dar o alarme automaticamente, quer local e restrito, quer geral, quer à distância (alerta) e acionar todos os comandos (imediatos ou temporizados) necessários à segurança contra incêndios dos ocupantes e do edifício onde está instalado: fechar portas resistente ao fogo, comandar elevadores, comandar registos corta-fogo, comandar sistemas automáticos de extinção de incêndios (SAEI), comandar ventiladores, comandar energia elétrica, desbloquear retentores, etc. 




"Para assegurar o funcionamento correto e continuado do sistema, este deve ser regularmente inspecionado e assistido. As providências adequadas para o efeito devem ser tomadas imediatamente após a conclusão da instalação quer as instalações estejam ocupadas ou não. Geralmente deve ser feito um acordo entre o dono de obra ou utilizador e o fabricante, fornecedor ou outra entidade competente para inspeção, assistência técnica e reparação. O acordo deve especificar as formas de ligação adequadas para providenciar o acesso às instalações e o prazo no qual o equipamento deve ser reposto em condições de funcionamento após uma avaria. O nome e o número de telefone da empresa de assistência técnica devem estar afixados de modo proeminente na CDI."




Com mais de 19 anos no mercado, o Grupo Safety conta com uma equipa de técnicos de sistemas que realizam todas as ações de manutenção corretivas e preventivas em conformidade com o determinado na Nota Técnica 12 da Autoridade Nacional de Proteção Civil.






As portas resistentes ao fogo estão definidas no RT-SCIE, no Capítulo VI (Proteção dos vãos interiores) do Título III (Condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e proteção) e em parte do Capítulo III (Vias horizontais de evacuação) do Título IV (Condições gerais de evacuação); nomeadamente é dito que (artigo 34.º):

"A classe de resistência ao fogo padrão, EI ou E, das portas que, nos vãos abertos, isolam os compartimentos corta-fogo, deve ter um escalão de tempo igual a metade da parede em que se inserem, excepto nos casos particulares...”

Deverá existir um manual de instalação e manutenção e uma declaração de conformidade em como a porta foi aplicada conforme especificado.



A Central de Bombagem de Serviço de Incêndio é para uso exclusivo do socorro e deverá conter todos os equipamentos necessários ao seu funcionamento, controlo e sinalização, designadamente: bombas principais, bomba jockey, quadros eléctricos, baterias de arranque das bombas (diesel), válvulas de seccionamento, retenção e descarga, manómetros, pressostatos, medidor de caudal, tanque de combustível (diesel) e colectores.


A central de bombagem deverá possuir, no mínimo, duas bombas principais e uma bomba equilibradora de pressão (jockey) e todo o grupo deverá ter uma inspeção regular por parte do proprietário e paralelamente deverá ser realizada uma ação preventiva anual por empresa credenciada.


O Grupo Safety dispõe de técnicos com vários anos de experiência no mercado e devidamente formados através da norma NFPA 25 os quais realizam diariamente constantes intervenções em centrais de bombagem, seja através de ações preventivas ou corretivas.