GrupoSafety Segurança e Protecção Contra Incêndios


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Um extintor de incêndio portátil pode salvar vidas e bens, extinguindo um pequeno incêndio ou contendo-o até à chegada de meios diferenciados. No entanto, para que estes estejam devidamente funcionais, são necessárias ações de manutenção as quais visam a operacionalidade do equipamento para que, quando este for necessário, cumpra a sua missão sem quaisquer problemas.




 

A norma 4413, referente à manutenção de extintores recomenda a realização de verificações trimestrais em complemento da sua manutenção anual. Quanto à verificação trimestral, esta é realizada através de um exame visual a 7 itens, nomeadamente:

 

 - Localização e validade do equipamento;

 - Existência de selo;

 - Estado da etiqueta de manutenção;

 - Estado de conservação do equipamento;

 - Sinalização e acesso ao equipamento;

 - Existência de instruções de manuseamento;

 - Verificação da pressão do manómetro;

 

Relativamente à manutenção anual, a mesma deverá ser realizada por empresas credenciadas e envolve equipamento especifico afim de realizar a verificação do agente extintor e os componentes do equipamento.

O GrupoSafety dispõe de técnicos de exterior devidamente credenciados e formados, equipados com carrinha oficina certificadas e que realizam mais de 2000 ações de manutenção semanais a extintores.





Os sistemas de extinção automáticas de incêndios são bastante complexos e destinam-se a ser utilizados em locais cuja utilização da água provocará danos irreversíveis.




Por ser um sistema complexo e estar armazenado sob pressão, deverá ser inspecionado a fundo por pessoal competente e autorizado e sob a direção de uma entidade registada e autorizada pela ANPC para o efeito.


A finalidade de uma inspeção periódica é a de assegurar que o sistema se encontre, em qualquer momento em perfeitas condições de funcionamento, identificado problemas devidos ao desgaste, danos acidentais, manipulação não autorizada, alterações das configurações dos locais a proteger, eventuais aberturas criadas nestes locais não previstas no projeto inicial e em geral a identificar toda e qualquer situação que afete negativamente o rendimento do sistema de proteção contra incêndios.


Deve ser implementada uma rotina de inspeção e assistência técnica em conformidade com a Nota Técnica 17 da ANPC. Esta rotina destina-se a assegurar o funcionamento correto e continuado do sistema em condições normais. 

O Grupo Safety, além de ser uma entidade registada e autorizada pela ANPC dispõe de um leque de técnicos formados para a realização manutenções nestes sistemas, sejam estas de ambito preventivo ou corretivo. 










Segundo o estabelecido na legislação, determinadas tipologias de edifícios (mediante a sua categoria de risco ou outras), devem ser servidos por uma rede interior de incêndios fixa, própria para a intervenção dos bombeiros.




Assim, é imperativo a realização de ações de manutenção às Redes de Incêndio Armada (RIA) existentes nos edifícios. Estas ações de manutenção incidem diretamente nos equipamentos existentes, mais concretamente no Hidrantes, Carreteis, Bocas de Incêndio, entre outros.


O Grupo Safety é uma empresa certificada e dispõe de técnicos qualificados segundo as normas 4413:2012, 4513:2012 e 671-1, 671-2 e 671-3 para a realização de ações de manutenção corretiva e preventiva aos equipamentos das RIA do seu edifício, sendo ainda as ações realizadas em conformidade com as Notas Técnicas 07, 13 e 14 da Autoridade Nacional de Proteção Civil.

O objectivo dos SAEI-Água, dotados de difusores (sprinklers) fechados (isto é, com um elemento térmico),  é a circunscrição e, eventual extinção de um incêndio, que após a atuação do sensor de temperatura descarregam a água existente no sistema.





Os locais dotados de SAEI, com cobertura parcial ou total, de qualquer tipo, em caso de alarme devem originar uma informação integrada ou associada no SADI.


Deve ser implementada uma rotina de inspeção e assistência técnica. Esta rotina destina-se a assegurar o funcionamento correcto e continuado do sistema em condições normais. Qualquer anomalia observada deve ser registada no livro de registo de ocorrências e a acção correctiva deve ser tomada tão cedo quanto possível.

O Grupo Safety dispõe de técnicos certificados pela Norma NFPA 17 que realizam diariamente diversas ações de manutenção preventiva e corretiva em algumas das maiores empresas nacionais. Além disso, todas as ações são realizadas em conformidade com a Nota Técnica 16 da Autoridade Nacional de Proteção Civil.


Um sistema automático de deteção de incêndios (SADI) é uma instalação técnica capaz de registar um princípio de incêndio, sem a intervenção humana, transmitir as informações correspondentes a uma central de sinalização e comando (CDI – central de deteção de incêndios), dar o alarme automaticamente, quer local e restrito, quer geral, quer à distância (alerta) e acionar todos os comandos (imediatos ou temporizados) necessários à segurança contra incêndios dos ocupantes e do edifício onde está instalado: fechar portas resistente ao fogo, comandar elevadores, comandar registos corta-fogo, comandar sistemas automáticos de extinção de incêndios (SAEI), comandar ventiladores, comandar energia elétrica, desbloquear retentores, etc. 




"Para assegurar o funcionamento correto e continuado do sistema, este deve ser regularmente inspecionado e assistido. As providências adequadas para o efeito devem ser tomadas imediatamente após a conclusão da instalação quer as instalações estejam ocupadas ou não. Geralmente deve ser feito um acordo entre o dono de obra ou utilizador e o fabricante, fornecedor ou outra entidade competente para inspeção, assistência técnica e reparação. O acordo deve especificar as formas de ligação adequadas para providenciar o acesso às instalações e o prazo no qual o equipamento deve ser reposto em condições de funcionamento após uma avaria. O nome e o número de telefone da empresa de assistência técnica devem estar afixados de modo proeminente na CDI."




Com mais de 19 anos no mercado, o Grupo Safety conta com uma equipa de técnicos de sistemas que realizam todas as ações de manutenção corretivas e preventivas em conformidade com o determinado na Nota Técnica 12 da Autoridade Nacional de Proteção Civil.



O RT-SCIE consagra o Capítulo V (Isolamento e Proteção de Canalizações e Condutas) do Título III (Condições Gerais de Comportamento ao Fogo, Isolamento e Proteção) à caracterização dos elementos e materiais, incluindo os de revestimento e seus locais de aplicação ou zonas de atravessamento, de forma a se garantirem os objetivos do Regulamento (preservação da vida humana, do ambiente e do património), assim como a continuidade das atividades essenciais à vida do País, em caso de deflagração de um incêndio.


A proteção passiva assume um papel de relevo no âmbito geral da proteção contra incêndio de um edifício e visa cumprir as seguintes funções: compartimentação, desenfumagem, proteção de estruturas e melhoria do comportamento ao fogo dos materiais de construção e os sistemas de selagem aplicados aos ductos técnicos devem cumprir com os requisitos de resistência ao fogo exigidos pela Normativa aplicável.




O Grupo Safety dispõe de variadíssimas soluções técnicas possíveis, todas em conformidade com o determinado na Nota Técnica 09 da Autoridade Nacional de Proteção Civil, nomeadamente: 


    - Almofadas intumescentes – granulado intumescente encerrado em sacos de tecido ignífugo - para locais onde os atravessamentos não estão concluídos ou são provisórios, com escalões de tempo máximos na ordem de 120 min;

    - Argamassas – produto hidráulico incombustível constituído por inertes leves expandidos e aglomerados por ligante - nos locais com atravessamentos concluídos ou onde seja necessária uma maior resistência mecânica. Podem ser acompanhados da aplicação de uma grade metálica e cantoneira na base de aplicação e completado com “spray” ou massas vedantes resistentes ao fogo ou recorrer a outras soluções construtivas; 

    - Golas intumescentes de estrangulamento – corpo em aço preenchido por um material intumescente que por efeito térmico resultante da exposição ao fogo expande até ao estrangulamento do tubo onde está aplicada, podendo ser aplicada saliente - quando os atravessamentos são feitos com tubagens de PVC ou outro material combustível. 

    - Mangas intumescentes – constituídas por um material intumescente que por efeito térmico resultante da exposição ao fogo expande até ao estrangulamento do tubo onde estão instaladas, sendo aplicadas embutidas na parede ou laje. Para aplicações em atravessamentos quando são feitos com tubagem de PVC, ou outro material combustível;

     - Sistemas de selagens – constituídos por painéis de lã mineral, interligados com betume e revestidos em ambas as faces com resina intumescente ou resina termoplástica ignífuga – em atravessamentos técnicos de paredes e lajes; 

    - Sistemas modulares – sistemas especiais prefabricados à base de módulos concebidos segundo o tamanho dos ductos e os tipos e diâmetros das cablagens, sendo normalmente



As portas resistentes ao fogo estão definidas no RT-SCIE, no Capítulo VI (Proteção dos vãos interiores) do Título III (Condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e proteção) e em parte do Capítulo III (Vias horizontais de evacuação) do Título IV (Condições gerais de evacuação); nomeadamente é dito que (artigo 34.º):

"A classe de resistência ao fogo padrão, EI ou E, das portas que, nos vãos abertos, isolam os compartimentos corta-fogo, deve ter um escalão de tempo igual a metade da parede em que se inserem, excepto nos casos particulares...”


Deverá existir um manual de instalação e manutenção e uma declaração de conformidade em como a porta foi aplicada conforme especificado.


A Central de Bombagem de Serviço de Incêndio é para uso exclusivo do socorro e deverá conter todos os equipamentos necessários ao seu funcionamento, controlo e sinalização, designadamente: bombas principais, bomba jockey, quadros eléctricos, baterias de arranque das bombas (diesel), válvulas de seccionamento, retenção e descarga, manómetros, pressostatos, medidor de caudal, tanque de combustível (diesel) e colectores.


A central de bombagem deverá possuir, no mínimo, duas bombas principais e uma bomba equilibradora de pressão (jockey) e todo o grupo deverá ter uma inspeção regular por parte do proprietário e paralelamente deverá ser realizada uma ação preventiva anual por empresa credenciada.


O Grupo Safety dispõe de técnicos com vários anos de experiência no mercado e devidamente formados através da norma NFPA 25 os quais realizam diariamente constantes intervenções em centrais de bombagem, seja através de ações preventivas ou corretivas.